Brasil Postado por Hélio Lemes - 8 de julho de 2019 20:02 | Atualizado há 3 meses

Professor de catequese acusado de abusar sexualmente dos alunos está foragido, em Brasília

A partir do momento que a criança completava 10 anos, educador deixava de abusar sexualmente da vítima, sem explicação.

diario da manha
Foto: Reprodução

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) procura um professor de catequese suspeito de abusar sexualmente de crianças entre 4 e 10 anos, no Guará, no Distrito Federal. O educador identificado como Antônio Silva, de 47 anos, está foragido e é procurado pela polícia.

Conforme as informações publicadas pelo G1, Antônio Silva além de trabalhar na paróquia, trabalhava também como professor de uma escolinha de futebol. De acordo com a polícia, os abusos ocorrem há cerca de 20 anos, pois a vítima mais velha atualmente tem 30 anos.

Até o momento 15 vítimas do educador foram identificadas e ouvidas pelos investigadores. O professor inclusive foi indiciado pela polícia por estupro de vulnerável em cada um dos caso relatados à polícia.

Segundo as informações divulgadas pelo delegado do caso, os alunos eram abusados sexualmente na casa da mãe do professor de catequese. Além das crianças que tinham aulas com o educador, os sobrinhos e afilhados do foragido também foram estuprados por Antônio Silva.

Professor de catequese parava com os abusos a partir do momento que a criança completava 10 anos, sem explicação

Responsável pelas investigações, o delegado João Maciel da 4ª Delegacia de Polícia do Guará, afirmou a publicação do periódico que a maioria das vítimas do professor foram meninos. Conforme o delegado, após a criança completar 10 anos, o educador parava com os estupros sem explicação.

Foi expedido um mandado de prisão preventiva contra Antônio Silva, mas até o momento, o professor suspeito de cometer os abusos contra os alunos não havia sido preso e não informações sobre onde Antônio Silva possa estar escondido. A polícia segue nas buscas para efetuar a prisão do professor de catequese e pede para quem tiver qualquer informação que possa levar ao educador entrar em contato pelo telefone 197 ou pelo e-mail: [email protected].

*Com informações do G1

Comentários

Mais de Brasil